Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um quarto para duas

Um blog, duas raparigas, um amor.

Um quarto para duas

Um blog, duas raparigas, um amor.

30
Jun13

...

ana

Isto tem sido uma desgraça, a menina certinha que habita em mim até deve estar admirada. Foram duas noites de loucura, de muito álcool (coisa nada habitual), entre caracóis e outros petiscos, muita conversa e animação. Estou aqui que nem me aguento, não estou nada habituada a estas andanças, é hoje parece que é noite de festa outra vez!

28
Jun13

...

ana
A Rita, quando mete uma coisa na cabeça, tem mesmo de a fazer! Posso estar horas a explicar-lhe que é melhor não, a mostrar-lhe todos os contras, a mostrar-lhe alternativas, que tudo o que digo lhe entra por um ouvido e sai pelo outro. Não vale mesmo a pena. Ela é impulsiva nas decisões que toma, na minha opinião chega a ser irresponsável. Para mim, que sou muitíssimo ponderada, que gosto de pensar nos prós e contras de tudo o que faço, este tipo de atitude custa-me sempre a perceber e é o maior defeito que encontro nela. Sete anos são suficientes para muita coisa, aprendemos a respeitar e a aceitar as idiossincrasias de cada uma, mas acho que há coisas que nunca vou conseguir entender. E esta é uma delas.
25
Jun13

...

ana
Já tinha saudades destes finais de tarde quentes. Não tão quentes como o dia, amenos, perfeitos. Tinha saudades de desfrutar da cadeira na varanda, de ver o sol se pôr, lá atrás do monte, atrás da casa amarela e do Eucalipto mais alto. Tinha saudades dos pés descalços na tijoleira ainda quente. Tinha mesmo saudades destas tardes calmas, de sentir o corpo amolecer e relaxar e de me deixar estar assim até escurecer.

Faltas-me aqui tu ♥
24
Jun13

O resultado da irresponsabilidade

ana

A Gata fez-me pensar sobre o direito que temos de nos apropriarmos de um animal. Não basta desejarmos ter um, é preciso sermos responsáveis e estarmos conscientes daquilo que um animal precisa. A Gata teve o azar de ser acolhida por alguém que não devia sequer ser autorizada a ter animais de estimação. Existem pessoas que não os merecem! A Gata tem sido o meu "projeto" e tem sido uma lutadora. Não fui capaz de a abandonar, como os seus donos fizeram, quando apareceu cá em casa magríssima e extremamente doente. Tratei dela, alimentei-a, livrei-a de todos os parasitas. A Gata, provavelmente e apesar de todos os meus esforços, não vai sobreviver, está demasiado fraca e doente. Sei que toda a comida que lhe dou agora, todos os cuidados, não são suficientes para colmatar todas as carências que tem, para apagar tudo aquilo pelo que passou. A Gata vai morrer e a única coisa que posso fazer é ser a dona que ela nunca teve e devia ter tido. Vou tratar dela até ao fim.

24
Jun13

Livros

ana
Aproveitei a promoção no site da Fnac e comprei o Flagrante Delicia da Leonor de Sousa Bastos. Faltava-me um livro dedicado apenas à pastelaria e coisinhas doces (falta-me sempre algum) e, como gosto imenso do blog e das receitas dela, decidi aproveitar. O livro costuma custar 25 euros, a mim custou-me metade e, sinceramente, o preço justo é mesmo esse, porque 25 euros por este  livro, que não é assim tão grande, é um abuso.
O livro é bom. Tem boas receitas, uma introdução à pastelaria que ajuda imenso, pois explica algumas técnicas e dá dicas sobre os materiais que necessitamos, e é graficamente e esteticamente bastante apelativo. Ainda não experimentei nenhuma receita, mas já tenho algumas em "lista de espera" e assim que tiver tempo lanço-me para a cozinha.
Depois venho cá contar como correu!

24
Jun13

Enlouqueci!

ana
Em criança, os livros que mais gostava eram os da colecção da Anita. Tinham tudo a ver comigo (para quem me conhece é óbvio o porquê) e eu adorava-os, tinha a colecção quase toda e não havia dia nenhum em que a minha mãe não tivesse de me ler uma história. O meu primeiro foi o "Anita, mamã", que foi lido e relido até à exaustão e era, sem sombra de dúvidas, o meu preferido.
Sempre gostei de bebés. Sempre gostei de brincadeiras que envolvessem bonecos, os meus filhos.
Agora que penso nisto, sempre fui bastante "maternal", quer nas brincadeiras, quer nas restantes situações. Ainda o hoje o sou, é um facto. Sou-o com a Rita, com a minha prima, com os meus amigos, com toda a gente. Vejo-me muita vez a fazer o papel de mãezinha, a cuidar, a recomendar, a zelar pelo bem-estar dos outros.
Lembrei-me disto tudo porque, ultimamente, tenho sonhado imenso com bebés e com gravidezes. Eu tenho 22 anos, não quero engravidar, não quero ter filhos para já, mas não posso negar que tenho vontade de ser mãe! Dizem que é o relógio biológico, mas o meu está, com certeza, um bocadinho adiantado.
Falei disto à Rita e ela disse-me logo que bebés nem pensar. Acho que o relógio dela ainda não deu sinal, felizmente!
Isto já vos aconteceu? Isto passa, certo? Ninguém sente o desejo de ser mãe ao 22 anos!! Com esta idade há mil e uma coisas mais interessantes para fazer! E eu quero fazer imensa coisa antes de ter um filho. Eu nem quero pensar em ter um bebé, isso nem me devia passar pela cabeça. Enlouqueci.
Alguém me relembre, por favor, que os bebés não são só os seres mais bem-cheirosos do mundo (cheiro a mustela!!!!!), que fazem sons adoráveis e têm expressões faciais lindas. Relembrem-me dos cocós e das fraldas, das birras, do choro, essas coisas... falem-me disso, ok?

Pág. 1/4